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Descanso FATAL

América do Sul Colômbia

Leyva fez lembrar as saudosas sensações de S. Pedro de Atacama (Chile). Salvo as devidas diferenças. Sobra-lhe encanto na calçada e brancos sujo misturados com a madeira bem tratada.
Numa das múltiplas típicas galerias comerciais – com lojas e restaurantes típicos – enamoramo-nos por um local onde íamos atacar um ceviche. E, necessariamente, um branco gelado a acompanhar. Musica ao vivo até às 22:00. Dos restaurantes mais belos e acolhedores que recordamos. Funcionários super simpáticos mostram-nos a comida.
Ao fim da tarde vamos descansar um pouco. O corpo pede. Saborearíamos melhor o repasto. Adormecemos.Quando despertamos, tememos pela nossa sorte. Vestir rápido. Voar para o local desejado. Ruas desertas. Mau prenúncio. Confirma-se. Perdemos a magia da noite.
Indagamos pelas opções. Não temos alternativa. Dois ou três locais junto ao minúsculo terminal de bus.
Confirmado o segundo pior cenário: há comida, mas apenas fast food em estabelecimento “local”. Uma “bomba” que ainda não digerimos… Lição aprendida..

Rui Barbosa Batista
Um mix de jornalista, líder e cronista de viagens, cumpri em 2016 uma centena de países no currículo. Cobri noticiosamente os Jogos Olímpicos na China, o Mundial de futebol na África do Sul ou os Jogos Europeus no Azerbaijão, mas o que me apaixona verdadeiramente são as pessoas e tudo o que (ainda) não conheço. Aventuras em inóspitos desertos, desafiantes glaciares, imponentes vulcões ou sublimes fiordes juntam-se ao doce prazer de cidades charmosas, países remotos e culturas exóticas. De tudo um pouco é feita a minha experiencia no globo. Continuamos juntos?