Rumo ao orgulho de GORI

Geórgia Médio Oriente

Tbilisi começa a prometer viciar, pelo que é melhor partir já para o ‘país real’. Seguimos, por isso, para a efetivamente desinteressante Gori. Esta cidade industrial de 60.000 habitantes passaria ao lado do nosso mapa, não fosse o seu filho pródigo: Josef Stalin.
Com a bagagem as costas, experienciamos o eficiente metro. Frio como o bloco de Leste, porém bem barato (seis bilhetes por 1,3 euros). E cumpridor da sua missão. À superfície, já percebemos a loucura e irresponsabilidade da generalidade dos condutores.
Perto da estação central, procuramos a Marshutka certa. Como habitual em muitos países, os taxistas tentam ludibriar-nos para usar os seus serviços. Irredutíveis. A experiência é sempre gira. Zaza não fala inglês, mas faz proposta honesta e o seu confortável carro de sete lugares vai levar-nos. Acabaremos por o reencontrar…
Estamos no centro de Gori. Desinteressante, tudo à volta do museu de Estaline (Stalin) e da casa onde nasceu, que agora esta no centro da praça principal. Entramos?.

Rui Barbosa Batista
Um mix de jornalista, líder e cronista de viagens, cumpri em 2016 uma centena de países no currículo. Cobri noticiosamente os Jogos Olímpicos na China, o Mundial de futebol na África do Sul e na Rússia ou os Jogos Europeus no Azerbaijão, mas o que me apaixona verdadeiramente são as pessoas e tudo o que (ainda) não conheço. Aventuras em inóspitos desertos, desafiantes glaciares, imponentes vulcões ou sublimes fiordes juntam-se ao doce prazer de cidades charmosas, países remotos e culturas exóticas. De tudo um pouco é feita a minha experiencia no globo. Continuamos juntos?