Estimulante Egito

Egito Médio Oriente

Nem sempre é o caminho mais direto aquele que nos desvenda as portas da felicidade. É o caso do Egito. Injustamente negligenciado nas minhas preferências dos últimos anos, espera, agora, em bicos de pés, pelo meu (nosso) entusiasmo.
2014 começou com descobertas mil e ainda mais projetos. Istambul deu o tiro de partida a um périplo que passou pelo Ruanda, Burundi, Uganda, Quénia, Etiópia… e que um par de meses depois se espalhou pela Geórgia, Arménia, Nagorno Karabakh… antes de serenar na Eslováquia, Alemanha e posteriormente na estreante Rússia.
Depois de me banquetear pelo planeta, o hiato de “partidas” ameaçava durar até janeiro… desespero impossível – e desnecessário – de aguentar: foi assim que surgiu o Egito. Um “tapa-hiatos”. Misterioso. Estimulante. Quente.
O que espero desta aventura? Ser arrebatado por experiência sensorial que combina o melhor da milenar cultura egípcia com o fascínio do Nilo e a beleza do Mar Vermelho.
O Egito é um museu a céu aberto. E nada como trocar o Inverno luso pelo calor de (ainda) desconhecidas paragens: esperam-nos imponentes pirâmides, gastronomia exótica, cidades históricas (Cairo, Luxor, Assuão e Alexandria), peixes coloridos, monumentos seculares, segredos do Nilo, mercados que desafiam a plenitude dos nossos sentidos…
Tudo em ambientes que a UNESCO brindou com o título de Património Mundial da Humanidade. Posso pedir mais?.

Rui Barbosa Batista
Um mix de jornalista, líder e cronista de viagens, cumpri em 2016 uma centena de países no currículo. Cobri noticiosamente os Jogos Olímpicos na China, o Mundial de futebol na África do Sul e na Rússia ou os Jogos Europeus no Azerbaijão, mas o que me apaixona verdadeiramente são as pessoas e tudo o que (ainda) não conheço. Aventuras em inóspitos desertos, desafiantes glaciares, imponentes vulcões ou sublimes fiordes juntam-se ao doce prazer de cidades charmosas, países remotos e culturas exóticas. De tudo um pouco é feita a minha experiencia no globo. Continuamos juntos?