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MANDALAY

Ásia Birmânia

A segunda maior cidade do país, depois de Yangon, com 1,250 milhões de habitantes. Na margem norte do Rio Irrawaddy, é o centro cultural da Birmânia e o grande pulmão económico do norte, também impulsionado pela forte imigração chinesa, que já constitui cerca de um terço da população. É, também, uma cidade multiétnica, incluindo elementos de tribos relacionadas com a Tailândia, Laos, Nepal e India.
A cidade é recente – criada apenas em 1857, como nova capital do reino Ava – e acabou por ser vaidoso exemplo do colonialismo inglês, até ser destruída com os bombardeamentos da II Guerra Mundial.
As magníficas estruturas que subsistem são reconstruções modernas supervisionadas pela junta militar e com recurso a trabalho forçado.
Esperam-nos grandes avenidas pejadas de bicicletas e motos. E muitos monges, pois mais de metade do país residem em Mandalay e seus arredores..

Rui Barbosa Batista
Um mix de jornalista, líder e cronista de viagens, cumpri em 2016 uma centena de países no currículo. Cobri noticiosamente os Jogos Olímpicos na China, o Mundial de futebol na África do Sul ou os Jogos Europeus no Azerbaijão, mas o que me apaixona verdadeiramente são as pessoas e tudo o que (ainda) não conheço. Aventuras em inóspitos desertos, desafiantes glaciares, imponentes vulcões ou sublimes fiordes juntam-se ao doce prazer de cidades charmosas, países remotos e culturas exóticas. De tudo um pouco é feita a minha experiencia no globo. Continuamos juntos?