CHRISTCHURCH

As expectativas quanto à Nova Zelândia são demasiado elevadas, reconheço. Há muito que procuro um país ao nível da adorada Argentina – em termos de esplendor natural – e estou certo de que este país dos antípodas não vai defraudar.
Em Christchurch, o primeiro contacto com os locais não podia ter sido melhor. Simpatia extrema. Simplicidade. Gosto em ajudar o próximo. Solidariedade que foi reforçada na reação da comunidade ao terramoto de setembro.
Em termos de interesse para o visitante, destacam-se a pacata praça central e o jardim botânico, sem dúvida um excelente pronuncio para o que vem aí… Com o crescente número de turistas a visitar a ilha, sobram lojas de “souvenirs”.
A grande surpresa revelou-se num passeio noturno, quando encontrámos uma rua polvilhada de senhoras devotas à mais antiga profissão do Mundo. Simpáticas, educadas, cumprimentam com um genuíno sorriso de quem dá as boas vindas aos visitantes. Nem uma simulação de abordagem a nós ou restantes transeuntes. Aqui, os interessados que se cheguem…
Christ Church era uma capela construída neste território pelo navegador e explorador inglês James Cook. Local onde os seus marinheiros e escravos rezavam e propagavam a religião católica. Não terão encontrado muitos “maori”, pois estes estão disseminados predominantemente na ilha norte.
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