Foram muitas horas – demasiadas, mesmo – em viagem. Escala em Milão, Doha e Kuala Lumpur até chegar a Perth. O pequeno incidente à chegada apenas apressou o nosso desejo de liberdade. Acima de tudo, pousar as malas e “sair”, respirar.Instalamo-nos em Fremantle, em casa do Bruno (ampla mansão típica dos anos 70 com grande jardim e dois pisos), onde também vivem a Michele e o John, ambos de Sydney, a alemã Eva, o neozelandês Sam e a francesa Camile. Uma verdadeira babilónia de nações que nos recebeu de braços abertos. Mesmo não nos conhecendo de lado algum. Chegados e instalados, em meia hora já sentíamos o ar e luz locais dar-nos novo alento à face (não posso falar do cabelo, pois… não há muito). Saímos sem destino com bicicletas emprestadas pelos nossos anfitriões.
Em 10 minutos já respirávamos maresia e desejosos de mergulhar nas águas cristalinas das praias de Fremantle, mas não estávamos preparados. Ainda.De seguida fomos para o centro da cidade costeira vizinha de Perth, aliás, bem mais interessante do que a capital mais isolada do mundo. Bastava aquele mar, os múltiplos barzinhos e o estilo vitoriano das casas do centro “histórico”.Finalmente, respirámos….
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