A última ceia decorre em restaurante fora da cidade. Há dois muito bem referenciados em Mandalay, vamos para o de mais difícil acesso. Saímos do burburinho da cidade e entramos em zona de trevas. Caminhos mal-amanhados no escuro fazem-nos pensar que estaremos completamente perdidos. As piadas masoquistas acabam pouco depois. Afinal, nada de muito errado poderá acontecer. Chegamos…
É um hotel de luxo com restaurante a condizer, embora com ar tropical. Com alguma surpresa, há apenas uma mesa ocupada. Os jardins envolventes serão quase só para nós. Esquecemos que a rotina por estas – e muitas outras paragens – sugere jantares a hora em que o sol ainda espreita o horizonte. E esse momento há muito que já lá vai.
O calor de verão, a serenidade do lugar e excelente companhia bastariam para uma noite inolvidável. A comida, de excelente apresentação e qualidade, faz o resto. Obviamente, não posso esquecer os sumos naturais…
O derradeiro jantar é dos mais divertidos. Não há espaço para qualquer tristeza pela separação. A todos esperam experiencias estimulantes, para partilhar já em Portugal.
Patricia e Maria continuam comigo rumo à desejada e mítica Bagan, onde outro elemento se vai juntar ao grupo, enquanto Daniel e Ana, que já vinham do Butão, seguirão para Taiwan e Coreia do Sul..

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Este é o primeiro livro de um autor português, Rui Barbosa Batista, que nos leva a viajar por mais de 50 países, dos cinco Continentes, não em formato de guia, mas antes em 348 inspiradoras páginas, 24 das quais com fotografias (81).