“Zé, não podes levar no cockpit uma mochila grande, outra para o computador e uma bolsa para documentos e máquina fotográfica. Só podes passar com um volume”.
Não foi, mesmo, por falta de aviso. Quando chegámos para fazer o “check-in”, o Zé Luís, no seu mais despreocupado ar cândido e meloso, pergunta à bela funcionária se havia algum tipo de problema em embarcar munido dos três apêndices.
“Tem de meter tudo num único volume. Agora faça como entender”, resumiu, assertivamente seca, a hospedeira de terra. Com um daqueles sorrisos que acaba de imediato com a conversa. Decididamente, não é das que vai em cantigas.
Uma das malas volta à origem e redistribuímos a carga excessiva do senhor que gentilmente trouxe este portátil onde escrevo… daí o ter de contar a história em modos amigáveis.
Quinze minutos após o previsto, o “Only Lyon” da Easyjet rasga os céus da Invicta. O início do primeiro de 11 voos – continuamos convictos de que seremos forçados a 14 – que nos colocará na Austrália em algumas madrugadas….
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