Poucas vezes irei levantar voo com tanta necessidade de aterrar. Literalmente. Numa cama. Imperativos de serviço, exigências de projetos, necessidade de atividade, cuidados com os amigos têm-me afastado, mais do que o aconselhável, da cama. E do tempo de qualidade nela.
Sonho antigo a caminho de ser concretizado. Juntar o útil ao agradável. Aliar trabalho e lazer, devidamente separados. Estanques.
Faltarão umas 30 horas para partir e sobeja-me o que fazer. Em todos os meridianos da vida. Exaurido (há quanto tempo queria “forçar” o uso deste sinónimo de exausto) desta azáfama, tenho sido seduzido pelo café, que sempre odiei, a níveis que não pretendo. Dessssccccooomprimmmmmiiirrrr…
Quando o avião levantar, sábado às 06:00, terei no corpo apenas um par de horas de descanso. O esquema de trabalho diz que que estou naquela semana da “meia-noite”, o que acontece a cada mês e meio. Haverá alturas com melhor sorte.
Dez (10!!) horas de escala?? Mais esta?? Ninguém merece… Desisto (apenas de continuar o texto, claro…)… .
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