Horas de mudar de cenário. Bogotá voltará ao nosso caminho. Despedimo-nos de Chela na escola onde leciona. Crianças com problemas cognitivos e “normais” no mesmo estabelecimento de ensino. Mesmo que em salas e projetos distintos. “Todos ficam a ganhar ao partilhar o mesmo espaço”, garante.
Despedida sentida. Um caloroso até já.
Mais de três horas depois, no meio de lugar algum, uma aldeia de nem 10.000 habitantes que apostou no turismo da sua olaria. Juntou-lhe outros ingredientes “vendáveis”. Virou-se para o turismo, mesmo que os visitantes só apareçam ao fim de semana. Cor. Muita cor. Na arquitetura e nos sorrisos. Na simpatia. E na simplicidade.
Almoço e caminhada. Momentos para saborear. Degustar com infindável prazer.
Seguiu-se, não muito longe, a cada vez mais famosa Leyva. E que surpresa… deliciosa arquitetura colonial super bem cuidada. E integrada sabiamente num projeto que agrada e estimula turistas e locais. Múltiplas lojas. Inúmeros restaurantes. Galerias de arte. Tudo com extremo bom gosto. Uma orgia para o olhar.
Aqui, os visitantes podem ocupar-se com um sem número de atividades outdoor na natureza circundante. Um convite a desfrutar tranquilamente uma semana. Que não temos. Um milhão de vezes infelizmente. Um milhão..
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