O mais novo dos países da Europa, reconhecido apenas em 2008. Sem  unanimidade. Das regiões mais conturbadas na história do Velho Continente. O seu território fez parte dos impérios romano, bizantino, búlgaro, sérvio e otomano. No século XX, passou às mãos do reino da Sérvia, do império italiano e da Jugoslávia.
Apesar de ser uma zona de maioria albanesa, em 1912 foi integrada na Sérvia e não no principado da Albânia, criado naquele ano. Entre 1941 e 1944 foi anexada à Albânia, sob ocupação italiana. Após a reintegração na Jugoslávia, tornou-se região autónoma, mas anexada à república da Sérvia.
Em 1991 declarou a independência, que não foi reconhecida pela comunidade internacional.
A tensão entre separatistas de origem albanesa e o governo central da Jugoslávia, liderado pelo presidente nacionalista Slobodan Milosevic, aumentou ao longo de 1998. No ano seguinte, foi formado um grupo de líderes jugoslavos, da comunidade albanesa no Kosovo e representantes das principais potências mundiais para negociar um acordo de paz que colocasse fim aos conflitos entre os guerrilheiros do ELK e as forças de Slobodan Milosevic, mas a reunião em fevereiro de 1999, em França, falhou.
Depois de goradas as negociações  internacionais para atingir um consenso sobre o estado constitucional aceitável, o governo provisório do Kosovo declarou-se unilateralmente  um país independente da Sérvia a 17 de fevereiro de 2008, sob o nome República do Kosovo. Foi reconhecido no dia seguinte pelos Estados Unidos e alguns países europeus, incluindo Portugal.
O país continua a ser reivindicado pela Sérvia e não recebeu o reconhecimento de outras nações como a Rússia, China, Brasil ou Espanha.
A região é composta maioritariamente por albaneses (cerca de 95 por cento da população), sendo que os sérvios rondam apenas os cinco por cento.
Vigiado pela força internacional K-FOR, o país ainda está a dar os primeiros passos enquanto tal. Fui espreitar….

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