Prometem wifi grátis, mas afinal é pago. Garantem possibilidade de pagamento com visa, mas teríamos de ir a cidade levantar em cash. Tem piscina, mas a uns 300 metros. Isto é África, gerida por um italiano. Vale a qualidade da pizza no forno a lenha. A primeira amostra de Kampala não convence e essa noite é passada no hostel, com grande bar e esplanada. E palco para concertos. Hoje estão a amplia-lo, com passerelle em cimento. Não sei muito do ofício de trolha, mas a estes não contratava.Falta referir o bom DJ e luzes. Decoração noturna, como reles casa de alterne. Acontece…Noite com duas israelitas quarentonas. Querem convencer-nos a seguir com elas na manha seguinte. E dividir despesas do jipe contratado. Está-lhes no sangue… Quando de volta a cidade, com maior atenção, percebemos o luxo do Backpackers. .
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