Winston Churchill. Princesa Diana. Czares, príncipes e reis. Presidentes e primeiros-ministros. Angelina Jolie e Brad Pitt. Agha Khan. O que têm todos em comum? No Egito, hospedaram-se no Old Cataract, o mesmo hotel onde Agatha Christie escreveu “Morte no Nilo”.
É aqui, em faustosa esplanada com vista assombrosa para o Nilo, que reencontramos o grupo. Não poderia haver melhor lugar para nos juntarmos. O planeta tem lugares especiais… e este é, certamente, um dos quais o Homem se pode orgulhar.
O hotel que Thomas Cook construiu em 1899 tem estilo vitoriano, atmosfera egípcia e toque francês, de quando foi restaurado. Há mais de um século que recebe proeminentes figuras Mundiais. Uma atmosfera única que também a nós cativa. 
Um dos funcionários oferece-se para nos mostrar o ex-líbris do hotel: o quarto onde Agatha Christie viveu uns meses, enquanto escrevia Morte no Nilo. Sumptuoso. Espaçoso. Um luxo que se mantém atual. Dormir no seu quarto histórico? Uns meros 8.000 dólares (cerca de 6.500 euros/noite).
Sento-me na secretária em que trabalhava e, por momentos, tento transportar-me à sua época. Penso no cenário que rodeia o complexo e imagino como se terá inspirado, numa altura em que o Egito vivia tempos mais prósperos, comparativamente.
O Old Cataract assinala o fim do fértil vale do Nilo e o início do vasto deserto Núbio. Localização magnífica a estimular uma série de lendas. Dizem que é aqui que termina o Mundo civilizado…
Fazemos o que se espera: Paramos. Contemplamos. Saboreamos. Dados tempo ao tempo. Deixamo-lo escorrer. Mergulhamos na magia do Nilo…
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