Leyva fez lembrar as saudosas sensações de S. Pedro de Atacama (Chile). Salvo as devidas diferenças. Sobra-lhe encanto na calçada e brancos sujo misturados com a madeira bem tratada.
Numa das múltiplas típicas galerias comerciais – com lojas e restaurantes típicos – enamoramo-nos por um local onde íamos atacar um ceviche. E, necessariamente, um branco gelado a acompanhar. Musica ao vivo até às 22:00. Dos restaurantes mais belos e acolhedores que recordamos. Funcionários super simpáticos mostram-nos a comida.
Ao fim da tarde vamos descansar um pouco. O corpo pede. Saborearíamos melhor o repasto. Adormecemos.Quando despertamos, tememos pela nossa sorte. Vestir rápido. Voar para o local desejado. Ruas desertas. Mau prenúncio. Confirma-se. Perdemos a magia da noite.
Indagamos pelas opções. Não temos alternativa. Dois ou três locais junto ao minúsculo terminal de bus.
Confirmado o segundo pior cenário: há comida, mas apenas fast food em estabelecimento “local”. Uma “bomba” que ainda não digerimos… Lição aprendida..

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Lançamento livro

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Este é o primeiro livro de um autor português, Rui Barbosa Batista, que nos leva a viajar por mais de 50 países, dos cinco Continentes, não em formato de guia, mas antes em 348 inspiradoras páginas, 24 das quais com fotografias (81).