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Maldonado: upsss… wrong way

Maldonado: upsss… wrong way

Escreve-se em três parágrafos: é a capital de uma ‘província’ com o mesmo nome, mas certamente a cidade menos interessante da região administrativa. É contígua a Punta del Este e terá perto de 100.000 habitantes.
Uma praça bonita, na qual temos o privilégio de assistir a um interessante concurso musical popular, mas longe de deslumbrante. O espaço. Tem ainda uma pedonal com lojas de gosto duvidoso, destacando-se gelataria com cinco funcionárias e nem um cliente nas três vezes que passamos à sua porta. Salva-se a boa comida. É verdade que andamos bons minutos até ao desejado manjar, mas valeu a pena.
Não nos traz muito de novo, pelo que, visto Punta del Este, está na hora de partir.
La Barra, Santa Mónica, José Ignácio (incluindo a sua lagoa) e La Paloma são lugarejos (La Barra é exceção, pois é zona luxuosa como que ainda parte de Punta del Este) que valem bem mais a pena do que Maldonado. Já estamos no Uruguai rural.
Destaco José Ignácio, antigo vilarejo de pescadores que se transformou em destino hippie-chique: praias mais vazias, bares na areia e um estilo rústico típico das cidades de interior do Uruguai.
Mar. Pesca. Sol. Boa comida. Em ambiente calmo. Agradável e tranquilo. Longe do turismo massificado de Punta del Este. E com o aliciante de todos terem interessantes faróis. Estas águas são traiçoeiras (em Punta del Diablo, perceberemos o seu nefasto efeito) e toda a ajuda de terra é pouca.
Ter carro para percorrer estas paragens é mais do que aconselhado. E estamos a caminho de um dos pontos altos desta jornada: Cabo Polónio. .

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