Queríamos sair às 08:00, mas antes das 07:00 já tínhamos abandonado o hotel. Sobram galos-tenor. E cães que não se calam. E ruidosas aves exóticas. O sono foi interrompido demasiado cedo.
Pequeno-almoço na praça central. Amigavelmente, recusamos gallo pinto com frango àquela hora. Sandes de queijo e manteiga bastam. “Lamento, mas já não temos queijo amarelo. Apenas temos do branco”, disse, atrapalhada, Maciel.
“Venha de lá esse branco. Importa é que seja queijo”, acalmei-a. A manteiga seria a primeira a chegar. Quase meia hora depois. E, para nosso espanto, veio de mota.
Atravessamos a desorganizada praça e encontramos o colectivo que nos deixaria em Ojo de Água. Caminhamos uns minutos. Por euro e meio, um lago de águas termais (mas à temperatura ambiente) rodeado de exuberante e colorida vegetação. Um must. Segundos depois, já agitávamos as águas ainda pouco frequentadas.
Rejuvenescidos 20 anos, como nos prometeram, seguimos caminho (aos calvos, prometeram cabeleira Bob Marley, mas não tivemos tanta sorte). Por uma vereda só usada por locais. Desaguámos em Santo Domingo. E almoçamos, junto ao mar, o peixe que o dono foi comprar à vila. Com sumos naturais. Arrematados com uma saborosa Toña gigante. A cerveja que vende por estes lados.
Carlos, um brinde a ti.

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