O despertador não trouxe entusiasmo. Também nao chegou a ser irritação. Deitara-me com vista dorida e mente cansada. O trabalho arrastara-se após a meia noite e o descanso não abundado.
Banho desperta-me. Apressado, mastigo algo e voo para o ‘povo portuense’. Paulo Jorge espera-me. Seguimos para o banco e em meia hora ganhamos fôlego para mais uma semana de gestão, de apoio social.
Escapada a supermercado para preventivas barritas de cereais. Cozinho algo simples enquanto me divido entre o empacotar a mochila e tentativa de reservar estadia. É sexta-feira. E quero chegar despreocupado. Ainda não imaginava…
Done!
Passo largo para o metro. Aeroporto. Apenas 45 minutes para a descolagem.
Internet para tentar validar estadia. Muito lenta. E nao consigo. Na pratica, chegarei ao final da tarde a uma cidade sem saber se tenho onde pernoitar…
O sol que me acompanha todo o trajeto, esconde-se quando sobrevoo os Alpes.
Quando deixo o aparelho, temperatura amena em aromas rurais. Que me transportam à infância.
Em minutos estou a caminho do centro. Já respiro outra cultura….
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