Joropo? Bambuco? Vallenato? Mapale??? Não, não estamos grogues. Nem falamos de gastronomia. Se referirmos a cumbia, talvez alguns já cheguem lá. Falamos, evidentemente, da riqueza colombiana no que toca a danças primitivas.
Pois bem, depois de termos brilhado com um arroz de marisco ao nosso estilo – com o picante no ponto e, desta vez, regado a vinho colombiano – Chela não nos quis deixar partir à exploração do seu país sem aprendermos alguns passos da riqueza e diversidade cultural da Colômbia.
Após novo faustoso repasto, a música começou a desfilar em cadência cada vez mais vibrante. Eu e o Zé Luís fomo-nos revezando na vã tentativa de acompanhar a arte da caribenha.
Chela vive precisamente da dança. O entusiasmo e o descontrolado humor – ok, o vinho talvez tenha contribuído um pouco – deixaram marcas. Pela primeira vez desde que vive neste condomínio privado, a nossa inigualável anfitriã recebeu uma chamada do zelador.
“Há vizinhos a queixar-se de barulho… o que estão a fazer?”
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(FOTO: Chela e Zé Luís em grande estilo).
