A antítese de Katmandu. É o ponto de partida para as mais apaixonantes experiências de trekking no Nepal. Uma das “mecas” mundiais para quem gosta de andar, explorar. Render-se a paisagens idílicas. Normalmente, com a imponente e bela cordilheira dos Himalaias como pano de fundo. O Annapurna está ao alcance da janela do nosso quarto…

Com os primeiros aventureiros, outros mais vieram para Pokhara. O belo lago ajudou. No Lakeside cresceram restaurantes, multiplicaram-se lojas de roupa, souvenirs e decoração. Floresceram bares. Para todos os gostos. Um “boom” desenfreado. Sem ordenamento.
Ainda assim, a zona turística foi do mais limpo que vimos nesta viagem. Aqui, os preços são os mais altos do Nepal . Quase tudo numa única só rua. Fora do Lakeside, o caos do resto do país. “Urbano”.
Além do trekking, aconselha-se a canoagem ou rafting em águas do degelo, parapente sobre o vale (Pokhara está rodeada de montanhas), bicicleta, dispendiosos voos a acariciar os Himalaias…
Relaxámos no primeiro dia. Apreciamos particularmente um restaurante coreano. Boa comida. Excelente musica. Com vista privilegiada para o lago.
Íamos partir para um trekking. O artista do primeiro hotel pediu “apenas” 95 dólares por pessoa para dois dias de caminhada programados por ele. Fizemos mais. Sem dúvida melhor. E não investimos mais de 20% do que nos pediu. Por nossa conta e (sem qualquer) risco.

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