Mas a história não acaba aqui: há sempre ‘tugas’ capazes de nos envergonhar. Quem vasculhe o lixo do vizinho (restos, falo de restos) para o reciclar numa história fantasiada que depois conta orgulhosamente aos amigos como um feito heróico.
Depois de circular e arejar noutras paragens do amplo, mas apinhado bar, deparo-me novamente com a predadora… nos braços de um tuga, um novo-rico com um sorriso de orelha a orelha e mãos ávidas de toque. Realmente, não falta superfície para explorar…
Mais ou lado, outros ‘chaços’ (não estou a avaliar a personalidade das senhoras, que, aliás, me pareceram simpáticas, mas apenas a sua atitude voraz e pouco sensual aparência exterior) também surgem enrolados nos afáveis braços de mais tugas, alguns já visivelmente alcoolizados.
No meio daquela multidão, são os únicos a afiambrar-se em cenas consideravelmente tristes e que motivavam o riso e chacota dos demais. Sempre a pontuar…
Quem não teve o direito a saborear tão exóticas companhias sorri de forma cúmplice para os amigos, com todo o ar de casados/comprometidos fora da jaula, como que aprovando a anormalidade que estão a cometer. Belo, sem dúvida.
Espero que isto não se propague como um vírus. Não é bonito ver tuguinhas em figuronas…
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