Por momentos, pensei que deambulava por deliciosa vila holandesa. Pelas flores. Belas, altivas. Espalhadas até ao expoente da loucura. Saudavelmente colorida.
As casas. Bom, as casas… não vi igual por onde andei. Possuído pela sua excelência, atordoado pela sua formosura. Impossível não fantasiar como será viver (nem que por uma pequena temporada) num lugar destes. Soa a concurso, desafio pelas mais distintas e criativas obras de arte. Sim porque é de arte que se trata.
“Não te atrevas a perder Niagara on the Lake. Dos lugares mais deliciosos do Canadá”, tinha-me avisado Carla. Em boa hora este intimidatório conselho.
O lago é sereno e do outro lado, lá longe – bem distante – vislumbram-se torres. Garantem-nos que são de Toronto. Por terra, são mais de 100 quilómetros.
No centro, lojas híper chiques com atendimento mais do que simpático. Um teatro familiar com funcionários de outros tempos. Tal como o da farmácia secular, com o seu ancião dono que já integra a histórica paisagem interior.
Niagara on the Lake é calma, devolve-nos a tempos idos, mas está longe de ser só para “velhos”….
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